Não existe amor; só existe amar!

O amor é um paciente frequente no consultório de psicologia. Por sua complexidade e capacidade de trazer alegria, prazer e, às vezes, sofrimento – quando acaba sem o consentimento de uma das partes.

No texto abaixo discorro sobre o aspecto comportamental do amor, ou melhor dizendo, do amar. É tão ou mais importante demonstrar amor do que apenas falar de amor. Continuar lendo

Como lidar com as mentiras que as crianças contam

As mentiras que as crianças contam é um tema recorrente ao se atender pais e mães no consultório. Mentir é um comportamento normal. Em crianças, é visto até mesmo com um bom sinal de desenvolvimento, posto o esforço cognitivo necessário para contar uma mentira. Todavia, às vezes as mentiras se excedem e começam a prejudicar a criança e os familiares.

No texto abaixo, separei 4 simples orientações para lidar com a criança quando perceber que ela está mentindo. Continuar lendo

Terapia Cognitivo-Comportamental alivia a ansiedade mudando a estrutura do cérebro

Um estudo publicado na revista Translational Psychiatri, demonstrou que a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) aplicada a pacientes com fobia social reduziu os sintomas destes pacientes, ocasionando também, mudanças no volume e na atividade cerebral. Continuar lendo

Sobre o assédio sexual a mulheres separadas, divorciadas e viúvas

Assédio sexual é a abordagem inoportuna com intenção sexual, realizada geralmente por alguém que possui alguma posição de chefia ou de comando (mas o assediador também pode ser alguém de mesma posição hierárquica, como amigos de trabalho, vizinhos, e etc.).

O texto abaixo discute o assédio sexual direcionado a mulheres separadas, divorciadas e viúvas. Por que não inclui as solteiras? Porque tenho notado que o assédio ao público citado é mais agressivo e grosseiro. Alguns assediadores acreditam que como a mulher “perdeu”, “largou” ou foi “largada” pelo marido, ela está “menos exigente” devido à carência de atenção masculina e à privação sexual, e assim são mais diretos em suas propostas indecorosas. Este texto é um relato deste crime silencioso que não aparece nas estatísticas, mas que causa sofrimento às mulheres. Serve, sobretudo, como um  alertar. Continuar lendo

Digitar ou escrever à mão? Para memorizar e aprender, escrever à mão é melhor do que digitar

A despeito das inegáveis contribuições do computador para realização de trabalhos e pesquisas acadêmicas, para aprender (processar, memorizar e recuperar informação), escrever à mão é melhor do que digitar. Já falei sobre este assunto em outro texto, no qual dei orientações sobre como aprender mais, estudando menos. Neste texto, faço algumas considerações sobre uma pesquisa cujas conclusões suportam as evidências sobre o benefício da escrita à mão. Continuar lendo

Intervenção comportamental como tratamento de primeira opção para crianças com TDAH

O Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), caracteriza-se por um padrão persistente de comportamentos desatentos e/ou hiperativos-impulsivos. Até o momento, o tratamento de primeira opção é o medicamentoso, sendo a terapia comportamental o tratamento de segunda opção ou conjunto. Entretanto, um novo estudo sugere que crianças com TDAH melhoraram mais rápido quando a intervenção comportamental é o tratamento de primeira opção, sendo o medicamentoso o tratamento adjunto. Continuar lendo

Como aprender mais estudando menos: Estude pouco, mas todo dia!

Mais um ano (ou período) letivo está se iniciando e você deve estar cheio de expectativas e ansioso(a). Matérias novas, professores novos e, para alguns, a formatura está quase chegando. Entretanto, pergunto: Também está ansioso(a) para estudar? Se a resposta foi “Sim,” você pode ler este texto e confirmar algo que você já faz. Se a resposta foi “Não” ou “Talvez”, você precisa muito ler este texto e aprender a estudar de um modo simples e eficaz. Continuar lendo

As dores psicológicas que ignoramos

Escrevi este texto inspirado pelo artigo “A dor psicológica dói” de autoria da escritora portuguesa Laurinda Alves. No artigo, a autora discorre sobre a postura preconceituosa das pessoas diante da doença mental. No texto abaixo, também abordo o mesmo tema, todavia, através de um ângulo diferente. Continuar lendo