“A vida não é justa, mas ainda é boa”: as lições de vida de Regina Brett

Há algum tempo, procurando um e-mail antigo, deparei-me com um texto com supostas lições de vida de uma quase centenária senhora. Embora a informação da autoria estivesse errada (a autora na verdade é uma jornalista americana à época com 50 anos), as lições eram interessantes e pareciam mesmo ser uma compreensão sobre fatos da vida.

Quem nunca passou por algo e depois extraiu uma aprendizado? E não é melhor ainda quando seguimos um conselho e evitamos que algo ruim aconteça? Quando aprendemos com os comportamentos dos outros chamamos isso de “aprendizagem social”. Portanto, apresento aqui as lições de vida citadas esperando que possa comparar, concordar, discordar e assim refletir sobre suas próprias lições, afinal: ninguém é tão ruim que não possa ensinar e nem tão bom que não possa aprender. Continuar lendo

Digitar ou escrever à mão? Para memorizar e aprender, escrever à mão é melhor do que digitar

A despeito das inegáveis contribuições do computador para realização de trabalhos e pesquisas acadêmicas, para aprender (processar, memorizar e recuperar informação), escrever à mão é melhor do que digitar. Já falei sobre este assunto em outro texto, no qual dei orientações sobre como aprender mais, estudando menos. Neste texto, faço algumas considerações sobre uma pesquisa cujas conclusões suportam as evidências sobre o benefício da escrita à mão. Continuar lendo

Como aprender mais estudando menos: Estude pouco, mas todo dia!

Mais um ano (ou período) letivo está se iniciando e você deve estar cheio de expectativas e ansioso(a). Matérias novas, professores novos e, para alguns, a formatura está quase chegando. Entretanto, pergunto: Também está ansioso(a) para estudar? Se a resposta foi “Sim,” você pode ler este texto e confirmar algo que você já faz. Se a resposta foi “Não” ou “Talvez”, você precisa muito ler este texto e aprender a estudar de um modo simples e eficaz. Continuar lendo

“Esse ano eu…”: Como elaborar e cumprir promessas de ano novo

Todo final de ano, quase todos nós, fazemos as conhecidas “Promessas (ou resoluções) de ano novo”. Que são basicamente planos que queremos realizar no ano seguinte, mas que nem sempre conseguimos cumprir.

Algumas promessas geralmente feitas são: emagrecer, deixar de fumar, conseguir ou mudar de trabalho, passar em algum concurso, ser aprovado no vestibular, arrumar a vida financeira, aprender algo novo, passar mais tempo com a família etc. No início tudo começa bem, mas às vezes, na segunda semana do ano já esquecemos estas promessas.

Por que isso acontece? Existem situações inesperadas na vida (falecimento de um ente querido, mudança de emprego etc.), mas na maioria da vezes é simplesmente porque você faz a promessa sob o controle de uma situação que ao longo do ano não se mantém. Assim, promete emagrecer quando se sente gorda; economizar quando está sem dinheiro e mudar de trabalho quando briga com o chefe. Quando essas situações passam, você se desmotiva.

Este texto tem o objetivo de te ajudar a fazer promessas de ano novo mais prováveis de serem alcançadas, assim como te manter motivado(a) no caminho para alcançá-las. Continuar lendo